Conheça o Megalodonte, o maior tubarão que já existiu

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Conheça o Megalodonte, o maior tubarão que já existiu

Antecipadamente, o megalodonte foi o maior tubarão que já existiu, predador feroz nos mares pré-históricos, além disso, com uma força de mordida cinco vezes mais potente que a do tubarão-branco. Contudo, as fêmeas eram mães especiais. Uma análise de dentes de megalodon encontrados em locais de vários continentes sugere que os gigantes costumavam usar berçários para melhorar as chances de sobrevivência de filhotes, tal qual, hoje fazem alguns tubarões.

ilustração de megalodonte
Ilustração, Enciclopédia Britânica.

Conheça o Megalodonte

Antes de mais nada, o nome científico Carcharocles Megalodon, significa ‘dente grande’. Em consequência, durante o tempo de vida foi o maior peixe que já existiu. Britânica.com, ‘os maiores indivíduos mediam, até mesmo, 18 metros cerca de três vezes o tamanho dos maiores tubarões’.

Finalmente, hoje, os maiores peixes são tubarões-baleia. Além disso, para rivalizar com megalodonte, ao seu tempo, só havia o cachalote pré-histórico.

O animal precisa comer até 900 kg por dia

Saiba que, ‘Pesquisadores estimam que necessitava comer cerca de 900 kg por dia. Já, as fêmeas tinham até duas vezes o tamanho dos machos.’

Primeiramente, ‘Fósseis do animal são da era Miocena, que começou 23 milhões de anos atrás. Além disso, com uma boca de quase 3 metros de largura, o megalodon pode ter tido a mordida mais poderosa de todos os tempos. Assim, seus dentes eram do tamanho de bananas’.

Já imaginou?

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Imagem de dente dpré-histórico
Imagem, © BROCKEN INAGLORY, WIKIMEDIA COMMONS.

Recentemente, um skipper  da Flórida achou um dente de megalodonte. Michael Nastasio mergulhava na costa de Veneza, Flórida quando, de repente, fez a descoberta que, como resultado, o catapultou para as redes sociais.

Imagem de skipper segurando dente de megalodonte
Imagem, https://abc3340.com/.

Pesava entre 50 até 75 toneladas

Entretanto, o animal foi extinto há 2,5 milhões de anos. Finalmente, segundo a National Geographic, pesava entre 50 a 75 toneladas. Sua alimentação era baseada em baleias, golfinhos, focas, possivelmente, outros tubarões. Além disso, habitava todas as partes dos oceanos formados, especialmente, por águas tropicais e subtropicais.

Ilustração de megalodonte
Megalodonte e os atuais tubarões.

Ainda, segundo a NG, ‘O megalodonte é um exemplo de tubarão que não conseguiu se adaptar ao ambiente em mudança. A mordida do animal, entretanto, poderia esmagar um automóvel, finalmente, era três vezes mais potente que a do T. Rex’.

Era da família do tubarão-branco?

Ocean Conservancy, ‘A maioria das representações modernas pintam o megalodonte como um grande tubarão branco superdimensionado, muito disso, deve-se ao fato dos cientistas pensaram, por algum tempo, que o grande tubarão branco e o megalodonte compartilhavam um ancestral comum.’

infográfico mostra diferença entre tubarões

Apesar disso, ‘hoje, acredita-se que o megalodonte foi, na verdade, a última espécie de uma linhagem separada de tubarão. Em termos de aparência, as diferenças em relação ao seu big white clássico incluem uma mandíbula mais compacta, nadadeiras peitorais longas e nariz curto.

Novo estudo revela novidade sobre as fêmeas

WWW.SCIENCE.ORG, muitos animais marinhos modernos, de pequenos camarões a grandes tubarões, dependem de berçários, do mesmo modo, as áreas mais rasas como manguezais e gramas marinhas são ricas em nutrientes, consequentemente, ajudam os jovens a crescer grandes e fortes o suficiente para sobreviverem por conta própria.

ilustração de megalodonte
Ilustração usada pelo site www.science.org, de autoria de Humberto Ferrón.

Então, em 2010 pesquisadores liderados por Catalina Pimiento, paleobióloga da Swansea University, encontraram possíveis evidências de um berçário  na costa do Panamá.

Enfim, uma série de dentes juvenis – os únicos restos dos tubarões deixados para trás no registro fóssil, já que seus esqueletos eram feitos de cartilagem – no local de 10 milhões de anos sugeriu que jovens podem ter vivido por lá.

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Consequentemente, no novo estudo uma equipe à parte  analisou uma coleção, anteriormente, não examinada de 25 dentes de megalodonte, aparentemente, pequenos encontrados nos últimos 20 anos no nordeste da Espanha.

A geologia, e outras faunas fossilizadas onde os espécimes foram encontrados, entretanto, sugerem que ela já foi uma área costeira mais rasa, observa o líder Carlos Martínez-Pérez, paleobiólogo da Universidade de Valência, indicando que este poderia ser um berçário para jovens megalodontes.

Os pesquisadores, então, reuniram dados sobre 485 dentes de oito outros locais no Pacífico, Mar do Caribe e, também, Atlântico. Depois disso, estimaram os tamanhos dos tubarões e a história geográfica e paleoecologia conhecidas da área. Em princípio, quatro locais adicionais revelaram ser creches potenciais de 16 milhões, a 3,6 milhões de anos atrás, relata a equipe na  Biology Letters. “Isso coloca tudo em um contexto global”, diz Pimiento.

Perda da linha costeira pode explicar extinção

Aparentemente, a dependência do megalodonte em viveiros, traz novas ideias sobre o que levou o grande tubarão à extinção há mais de 3 milhões de anos, diz Martínez-Pérez.

A perda da linha costeira durante esse período pode ter reduzido a disponibilidade de ambientes mais rasos e protegidos dos quais, o bebê megalodon, dependia para sobreviver, especula, talvez levando a espécie ao limite.

Assista ao vídeo para mais informações

TUBARÃO MEGALODON COMO FOI EXTINTO? - MAIORES DO MUNDO

Imagem de abertura: Enciclopédia Britânica

A pesca no Brasil é uma esculhambação total

Comentários

2 COMENTÁRIOS

    • Este senhor João Carlos fala assim porque a sua religião assim o ensinou. Até hoje nenhuma religião teve a coragem de assumir a real idade do nosso Planeta, estudada e comprovada cientificamente. Isso iria por em causa muito do que as religiões têm apregoado, eles sim para enganarem o povo e controlarem a sua mente.
      Gostei da resposta do senhor João Lara Mesquita. É que já não há paciência para entender estas pessoas que não querem ver nem saber.

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