Parna dos Lençóis Maranhenses

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Parna dos Lençóis Maranhenses

O Parna dos Lençóis Maranhenses, episódio 44 da série de documentários para a TV Cultura, é conhecido há muito tempo. Mais pela beleza cênica do que pelo fato de ser uma Unidade de Conservação.

Há anos sua imensa área de dunas, cerca de 90 mil hectares, chama a atenção do público que visita o local com  regularidade.

Os turistas mal se dão conta de que o Parque também é formado por uma vasta restinga, cerca de 65 mil hectares, uma das mais vistosas e bonitas da costa brasileira.

Bioma: Marinho Costeiro

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Área: 156.605,72 hectares

Criação: 02 de junho de 1981

Localização: Barreirinhas, Primeira Cruz e Santo Amaro do Maranhão

Tipo: Proteção Integral

Parna dos Lençóis Maranhenses

Suas portas de entrada são as cidades de Barreirinhas, no lado leste, e Santo Amaro, do lado Oeste.

Apesar de Barreirinhas ser bem maior, com 50 mil habitantes, e ter diversas opções de pousadas e uma infraestrutura maior para os turistas, Santo Amaro também costuma ser escolhida como ponto de apoio para visitantes, apesar dos mais de 30 quilômetros de estrada de ‘chão’ para chegar na cidade.

Ambas  têm peruas 4×4. E uma espécie de ‘jardineira’ cuja carroceria foi transformada  com a colocação de bancos para acomodar turistas.

Para ir até a área de dunas e lagoas, mesmo a partir de Barreirinhas, é preciso atravessar parte significativa da restinga cuja estrada é de areião. Carros normais não passam. 

dunas no Parna dos Lençóis Maranhenses
Parna dos Lençóis Maranhenses

A unidade de conservação, com seus 150 mil hectares, tem o tamanho da cidade de São Paulo.

O campo de dunas, imenso, pode atingir até 25 quilômetros de extensão da praia para o interior. E algumas dunas atingem até 40 metros de altura.

O conjunto é de arrepiar. Bonito, exótico, diferente. O colorido é outro atrativo.

Na melhor época para as visitas, de maio até outubro, é muito raro não ter um céu aberto, sem nuvens, de um azul espetacular.

As lagoas, com água muito limpa, são formadas pelas chuvas (que ocorrem de dezembro até maio) e pelo afloramento do lençol freático.

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