Morte de baleias, Nasa, e tempestades solares

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Morte de baleias e golfinhos podem estar relacionadas a tempestades solares, avisa a NASA

Um mistério de longa data entre os biólogos marinhos é o porquê da morte de baleias saudáveis, golfinhos e botos coletivamente conhecidos como cetáceos – acabam ficando encalhados ao longo de áreas costeiras em todo o mundo. Poderiam as tempestades solares severas, que afetam campos magnéticos da terra, confundir suas bússolas internas e fazê-los perder sua rota?

Assim começa a matéria publicada no site da NASA em 2 de fevereiro de 2017.
 imagem de baleias mortas em praia
Foto: UOL

Relação entre tempestades solares e morte de baleias

Os cientistas da Nasa informam que os cetáceos em geral se orientam utilizando os campos magnéticos da Terra. Não são os únicos, alguns pássaros, e possivelmente, tartarugas marinhas, também o fazem. Assim, anomalias magnéticas poderiam ser  uma  das responsáveis pelo encalhe de centenas desses animais ao mesmo tempo.

Investigação vai desvendar se tempestades solares são a causa da morte de baleias

Três instituições participam da pesquisa: pela NASA, a Goddard Space Flight Center; o Bureau of Ocean Energy Management (BOEM) e o Fundo Internacional para o Bem-estar Animal (IFAW)

Uma equipe do Goddard Space Flight Center analisará as bases de dados espaço-temporais da Nasa relativos a tempestades solares ao mesmo tempo em que verificam dados sobre o encalhe de animais coletados pela agência Bureau of Ocean Energy Management (BOEM) e pelo Fundo Internacional para o Bem-estar Animal (IFAW).

A grande dúvida poderá então ser respondida. Caso a hipótese seja provada os cientistas poderão avisar as regiões mais propícias a receberem estes fenômenos, entre elas a Nova Zelândia, Austrália, costa da Grã-Bretanha e em Cape Cod, Massachusetts, EUA.

Entre os mamíferos marinhos os mais ameaçados são as baleias. Enquanto países como o Japão, Noruega e Islândia, persistem na caça anual aos animais, ambientalistas tentam criar um santuário de baleias no Atlântico Sul, sem entretanto, êxito até agora.

(Foto de abertura: O Globo)

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