Scars of Freedon, de Céline Cousteau

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Scars of Freedon, de Céline Cousteau

Scars of Freedon, de Céline Cousteau: ‘cicatrizes da Liberdade’ documenta as repercussões da negligência humana justapostos ao incrível poder da compaixão. Uma baleia jubarte emaranhada em uma rede de pesca, um tipo de ‘bigorna’ que ela tinha que arrastar apesar do imenso peso, estava prestes a morrer.

Scars of Freedon, de Céline Cousteau, imagem de baleia

Scars of Freedon, de Céline Cosuteau

No local para um documentário, ao largo da costa do Chile, “ouvimos numa chamada de rádio que um pescador avistou uma baleia em situação crítica.”  Uma rede, com cerca de 250 kg, tinha cortado ao meio a cauda do animal. Apesar de inexperiente para tais missões, eles partiram para resgatá-la. O vídeo mostra belíssimas imagens de baleias jubarte, nadando nas águas protegidas do Havaí, em contraste com o trauma dessa história que tem uma conclusão feliz. Algo como  “a mudança começa com o coração.” Nada como mexer com os sentimentos. Já disseram que uma imagem vale mais que mil palavras. não é verdade ?”

Esta é a “moral” da história. E seu maior trunfo são as imagens que registram com perfeição a beleza, e majestade destes animais, aliada à perfeita edição. Muito bonito. Forte. Um bom exemplo. Oxalá este comportamento, ampliado pelo poder das redes sociais, gere filhotes.

Bom proveito.

Juan Fernández, tesouro da costa chilena

Repórteres do Mar

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