Gelo do Ártico tem nível crítico, saiba por que

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Gelo do Ártico tem nível crítico, saiba por que

Gelo do Ártico tem nível crítico, saiba por que: Análise revela que Gelo marítimo do Ártico tem menor nível para um inverno. Antártica também está sumindo

gelo do ártico

O Ártico

Uma análise feita pelo Centro Nacional de Informações sobre Neve e Gelo dos Estados Unidos (NSIDC) revelou que o gelo do Ártico chegou ao seu menor nível para um inverno.

O gelo provavelmente atingiu sua extensão máxima para o ano no dia 25 de fevereiro: 14,54 milhões de quilômetros quadrados. Uma extensão 1,1 milhão de quilômetros quadrados menor do que a média para o mesmo período observada entre 1981 e 2010.

Temperaturas mais altas do que a média

Entre os fatores, contribuíram para o recorde negativo as temperaturas mais altas do que a média. FORAM registradas em fevereiro em partes do Alasca e na Rússia. Alexander Shestakov, diretor do Programa Global para o Ártico da WWF, declarou:

Este não é um recorde do qual devemos nos orgulhar. Gelo marítimo baixo pode criar uma série de reações que ameaçam o Ártico e o resto do globo

Peixes já começam a migrar

Peixes geralmente encontrados em águas mais quentes estão sendo vistos em regiões anteriormente habitadas por espécies tolerantes ao frio. As cavalas mudaram-se para as águas ao sul da Islândia. E a anchova agora nada no Mar do Norte.

O inverso também acontece. Peixes geralmente encontrados em águas mais quentes estão sendo vistos em regiões anteriormente habitadas por espécies tolerantes ao frio.

A Antártica

De acordo com estudo realizado pela Agência Espacial Européia, a espessura do gelo em torno da Antártica sofreu uma redução de 18% entre 1994 e 2012. O estudo foi baseado em informações de satélites e revela como o gelo antártico reage à mudança climática.

Quando o paredão de gelo sofre uma redução drástica de sua espessura, placas de gelo caem no oceano e começam a derreter, elevando o nível do mar.

Os pesquisadores concluíram que o volume total de gelo antártico se alterou principalmente a partir de 2003 quando começou um derretimento bastante acelerado.

Se o ritmo  prosseguir, as geleiras poderão perder a metade de seu volume nos próximos 200 anos, segundo os pesquisadores.

Para o professor Andrew Shepherd, diretor do Centro para a Observação Polar da Universidade de Leeds, a tendência do derretimento é

uma grande preocupação, porque estes níveis de derretimento não podem ser mantidos por muito tempo

Conheça alguns lugares do mundo que podem ser tragados pelo mar.

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