Amazônia, nova família de peixes é descoberta

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Amazônia, nova família de peixes é descoberta, foi  a primeira em 40 anos

A boa nova foi trazida à superfície pelo site http://agencia.fapesp.br. Imagine um peixe comprido que lembra uma enguia bem mais curta e sem a parte traseira. Com uma cauda ‘delicada e transparente’ e que caiba na palma de sua mão. Seu nome científico é Tarumania walkerae, foi descoberta na Amazônia, nova família de peixes, o Tarumaniidae. A espécie já foi registrada na mídia especializada.

imagem do Tarumania walkerae da Amazônia, nova família de peixes
O Tarumania walkerae (Foto: Pinna e colaboradores / Zoological Journal of the Linnean Society, 2017)

Três mil tipos de peixes em lagos e rios

Hoje são conhecidas mais de três mil espécies de água doce no Brasil. Esse número aumenta ano a ano com a descoberta de novas espécies. Em agosto de 2017, a lista ganhou mais uma espécie. Segundo o ciência.hoje “tudo começou em 1999, quando Ilse Walker, cientista do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), procurava pequenos animais, como insetos e camarõezinhos, em um igarapé no rio Tarumã-Mirim, na capital do Amazonas, Manaus.”

Durante sua pesquisa Ilse notou um peixe diferente. Levou a espécie para o Inpa, onde especialistas perceberam ser um peixe jovem, mas não  identificado.

Achado em poças d’água

Deste ponto em diante os especialistas passaram a procurar outros indivíduos. Alguns foram localizados “em poças d’água ‘na mata, enterrados entre amontoados de folhas mortas,” diz o site ciência.hoje. E prossegue: “os cientistas divulgaram que esses peixes pertencem não apenas a uma nova espécie, mas também a um novo gênero. E, o que é ainda mais fantástico, a uma nova família!”

Primeira descoberta de uma família em 40 anos

Nos últimos 50 anos, diz a FAPESP ‘apenas cinco novas famílias de peixes foram descobertas. Dessas, apenas uma é da América do Sul (Scoloplacidae, descrita em 1976). A descrição de Tarumaniidae é, portanto, a primeira de uma família de peixes sul-americanos em mais de 40 anos.”

O ictiólogo Mario Cesar Cardoso de Pinna, professor titular no Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, declarou:

Ele vive escondido. A espécie nunca foi coletada com rede, pela razão óbvia de que não habita as águas abertas do rio, mas passa a sua vida inteiramente submersa nos poços de folhas, e fundo, 1 a 2 metros abaixo da superfície, podendo na época da cheia estar coberta por 6 a 7 metros de coluna d’água

Fontes: http://chc.org.br/descoberta-por-acaso/; http://agencia.fapesp.br/descoberta_nova_familia_de_peixes_amazonicos_a_primeira_em_40_anos_/27091/.

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