Embarcações típicas da costa brasileira em livro

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Embarcações típicas da costa brasileira

A última canoa de pau de Copacabana. A ancestral jangada baiana de troncos. A canoa e os belos saveiros de vela de içar do Rio Paraguassu – todas essas peças típicas e raras da costa brasileira estão reunidas no livro Embarcações Típicas da Costa Brasileira (Editora Terceiro Nome, R$ 94, 262 págs.). Obra do jornalista, escritor e capitão-amador João Lara Mesquita. Em quatro anos de viagens com seu veleiro Mar sem Fim, ele reuniu mais de 20 mil fotos de viagem, inventários preciosos dos modos de fazer, viver e navegar nas costas brasileiras, do extremo Norte ao extremo Sul.

imagem do livro Embarcações típicas da costa brasileira

Lançamento de Embarcações típicas da costa brasileira

Com o lançamento na próxima semana , Mesquita passa a mais uma etapa de divulgação desse admirável esforço de catalogação da vida sobre as águas.
O livro trata dos diversos tipos de embarcações que singram a costa marítima e os rios do Brasil.

A navegação, grande paixão

A navegação, grande paixão de Mesquita – que tem no currículo mais de 40 mil milhas sobre água e é capitão-amador desde os anos 90 –, levou-o aos mais diferentes rincões do País.

Natural habilidade da população costeira e ribeirinha com a náutica e a construção naval artesanal

O foco desse novo livro (ele já publicou O Brasil Visto do Mar Sem Fim em dois volumes, edição indicada ao Prêmio Jabuti) é a “natural habilidade da população costeira e ribeirinha com a náutica e a construção naval artesanal”. Qualidade já reconhecida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que criou o projeto Barcos do Brasil.
“Fico satisfeito de poder dar uma pequena contribuição para um universo tão especial”, diz João Lara Mesquita.

Em fotos e pesquisa jornalística, Embarcações Típicas da Costa Brasileira

Em fotos e pesquisa jornalística, Embarcações Típicas da Costa Brasileira documenta os diversos tipos de barcos, canoas, navios, veleiros e escunas construídas por carpinteiros navais e trabalhadores artesanais. Os saberes passam de pai para filho, de mestre para aprendiz.
Entre 1982 e 2003, João Lara Mesquita foi diretor da Rádio e Estúdio Eldorado, pertencentes ao Grupo Estado.

 Prêmio Eldorado de Música

Criou o Prêmio Eldorado de Música. Idealizou o Prêmio Visa de MPB. Ele também lançou e liderou a campanha pelo fim da obrigatoriedade da Voz do Brasil nas rádios e, na área discográfica, foi o responsável pela criação do selo Eldorado.
Foi ainda um dos fundadores do Núcleo União-Pró Tietê, ligado à Fundação SOS Mata Atlântica, ONG que desde 1990 comanda a campanha pela despoluição do rio Tietê.
De 1992 a 1995, foi diretor do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM). É diretor da Sociedade de Cultura Artística de São Paulo desde 1999. Foi conselheiro do Greenpeace de 2001 a 2004.

Box Série Mar Sem Fim – Navegando do Oiapoque ao Chuí (DVD)

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