Não é só o Japão, Dinamarca também pratica a matança de golfinhos e baleias
Muitas pessoas acreditam que só a Islândia – que voltou à caça em 2023, Noruega, e Japão insistem na caça aos cetáceos. Ledo engano. Golfinhos e baleias: matança em ilhas da Dinamarca segue firme e forte.

Golfinhos e baleias: matança em Faroé entre junho a setembro de 2017
Durou 10 semanas, entre junho a setembro, quando um grupo de ativistas mostrou o massacre de golfinhos e baleias nas Ilhas Faroé, arquipélago da Dinamarca, Atlântico Norte.
A operação ‘Bloody Fjords’ (“Fiordes sagrentos”) foi organizada pela ONG Sea Shepherd (Conheça a história desta ONG).
Seis equipes registraram a matança de 634 animais
O grupo, com ativistas do Reino Unido e França, foi dividido em seis equipes em cidades diferentes, abrangendo 19 baías.
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Pedras, ganchos, cordas e facas para cerco aos animais
Um dos times criou uma sede em Tórshavn, capital das Ilhas Faroé. Os ativistas gravaram um grindadráp — método de caça em que a comunidade usa barcos, pedras, ganchos, cordas e facas para cercar os animais. Em 5 de julho, os caçadores mataram 70 baleias-piloto.
Em 17 de julho, outro grupo registrou um novo grindadráp, no qual os caçadores mataram 191 baleias-piloto. No dia seguinte, os voluntários também fotografaram o abate desses mesmos animais em Klaksvik. Depois, rastrearam dois caminhões que transportavam seis baleias-piloto até uma empresa de processamento de pescado na capital.
Na cidade de de Sydrugota, em 25 de julho, a ONG registrou a caça de 16 golfinhos, mortos e abatidos em um galpão próximo. Dez dias depois, uma outra equipe baseada na cidade de Saltangará, gravou a morte de 134 golfinhos e 39 baleias-piloto.
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Mais tarde, em 2026 o governo da Islândia pretende apresentar em fevereiro de 2027 uma proposta de mudança da lei de 1949, que poderá incluir a proibição definitiva da caça comercial, isolando Japão e Noruega.
Novidades no mundo das baleias
Mas nem todas as notícias são ruins. Recentes estudos mostram a importância das baleias para mitigar o aquecimento global. Enquanto isso, uma nova espécie foi descoberta no litoral do Japão, a baleia Negra.
Fonte: G1.