Bióloga nada com tubarões brancos — e derruba preconceitos
Como tantos outros, a bióloga marinha Ocean Ramsey ouve há anos que os grandes tubarões brancos correm risco de extinção. Mas, ao contrário de quem só lamenta, ela decidiu agir — e fez isso de forma radical.

Por que isso importa?
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Preconceito mortal: tubarões enfrentam pesca excessiva e risco real de extinção — não por devorarem pessoas, mas por causa de barbatanas e medo infundado.
Recentemente, Ocean Ramsey nadou com 32 espécies diferentes de tubarões — sem nenhuma gaiola de proteção. Entre eles, o temido grande branco. O objetivo? Acabar com o mito de que tubarões são “máquinas de matar”.
Segundo ela, a verdade é bem diferente: “Tubarões são inteligentes, calculistas e, na maioria das vezes, muito cautelosos ao se aproximar de humanos. Eles têm um papel vital na saúde dos oceanos.”
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Formação do Oceano Atlântico há 117 milhões de anosObservação de baleias: o desafio de organizar o turismoFinning de tubarões: projeto combate barbárie e rótulo “cação”Ramsey ainda alerta: “Muita gente nem imagina que os tubarões estão sendo pescados e levados à extinção. Por isso, é fundamental divulgar essas informações.”
Pois é, este medo nasceu depois que Steven Spielberg lançou o campeão de bilheteria, Jaws, em 1975, daí em diante as pessoas começaram a temer os animais cada vez mais.
Mas vamos com calma. Para algumas fontes há cerca de 450 espécies de tubarões e, segundo o Museu da Flórida há registros de ataques de apenas 35 delas. A NOAA reforça: pouco mais de uma dúzia das mais de 300 espécies conhecidas atacaram humanos.