Pirossoma, aumento da aparição da criatura preocupa cientistas
Ao toque, são duros e viscosos, com pequenas saliências. Os zooides se concentram na parede de um tubo gelatinoso que pode chegar a 60 centímetros de diâmetro. Com uma rede de muco, filtram a água e capturam microrganismos do plâncton.
Quando se agrupam perto da superfície, os zooides produzem bioluminescência e criam belos espetáculos de luz sob a água. Ainda assim, o fascínio visual não elimina o alerta: a proliferação desses animais tem relação com ondas de calor marinhas.
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Segundo pesquisadores da Universidade do Oregon, o maior beneficiário das ondas de calor marinhas é o zooplancton gelatinoso – pirossomas predominantemente em forma cilíndrica que explodem em números após uma onda de calor e mudam a forma conforme a energia se move por toda a cadeia alimentar.
Essa perda de energia é mais provável que afete peixes e mamíferos marinhos que estão mais no topo da cadeia alimentar, potencialmente afetando os esforços de pesca e recuperação economicamente importantes para espécies ameaçadas. Como a prevalência e intensidade das ondas de calor marinhas estão aumentando em todo o mundo, os pesquisadores temem os estragos produzidos pelos pirossomas.